A PIZZARIA PARTE 7


BY: Carlao1968
A PIZZARIA - PARTE 7


ATENÇÃO: ESSA É A PARTE 7. ANTES DE CONTINUAR, LEIA O PRIMEIRO CAPÍTULO. OBRIGADO.


A PIZZARIA - PARTE 7


Alessandra e eu entramos no salão e percebemos que Denise e Magno, sentados à mesa, já se serviam da pizza, que pelo visto teria ficado pronta há pouco.


Embora fosse tarde, a casa continuava lotada, devido à forte chuva que segurou o pessoal por lá. Tanto é verdade, que quando eu e Alessandra retornamos, o pátio ainda continuava cheio, com muitos carros estacionados.


Denise não quis beber mais vinho. Agora, ela e Magno tomavam Coca-Cola, enquanto saboreavam a pizza. Eu e Alessandra também resolvemos acompanhá-los tomando o refrigerante. Quem sabe, da próxima vez, repetiríamos o saboroso vinho, até porque, ele nos dera sorte.


Após comermos, decidimos ir embora.


Seguimos os quatro completamente mudos, durante o trajeto. Magno ainda tentou puxar conversa, falando acerca do tempo, da chuva, etc. Mas foi só isso: ninguém continuou.


Já passava da uma da manhã quando nos deixaram no portão de casa.


Tive que dar a mão para Denise descer, porque notei dificuldade no seu andar.


Mal entramos em casa e ela já foi sentando no sofá da sala, reclamando de dores. Pensando em tudo que aconteceu, e novamente com tesão, tentei lhe tirar o vestido, agora bastante amarrotado, mas ela se recusou dizendo:


—Não Edu. Por hoje chega!


—Estou toda dolorida!


—Mas você antes me parecia bem querida.


—Antes né Edu. Agora, minha vagina dói.


—Dói por causa dele? Perguntei.


—Dele quem? Ela reperguntou.


—Do Magno.


—Sim Edu. Você sabe.


—Sei o que? Perguntei.


—Não se faça de bobo Edu. Nós ficamos mais de uma hora no carro...


—E então? Perguntei.


—Aconteceu. Ela respondeu.

—Sério? Fizeram? Perguntei.


—Sim. Fizemos.


—E você também não fez com a Alessandra? Perguntou-me.


—Mas estamos falando de você amor... Respondi.


—E o que você quer saber? Perguntou-me de novo.


—Tudo. Respondi.


—Humm.


E passei a lhe perguntar:


—Naquela hora que eu e Alessandra deixamos vocês sozinhos no carro, nós vimos ele levantando o seu vestido. Falei.


—Foi. Ela respondeu.


—E o que ele fez depois?


—Tirou o meu vestido.


—Sim.....e ?


—Me deixou de calcinha e soutien.


—Sentada ao lado dele?


—Não.


—Onde então?


—Fiquei deitada no banco de trás.


—E ele, onde estava?


—Agachado, no assoalho do carro.


—E o que ele fez primeiro?


—Beijou minha boca.


—E depois?


—Tirou meu soutien.


—E daí?


—Me deixou peladinha amor.


—Humm. E ele fez o que depois?


—Tirou a roupa dele toda.


—E depois?


—Esfregou o pinto nos meus seios.


— Humm...Conta tudo safada. Falei.


Percebi que ela estava ficando excitada, pois passou a falar frases seguidas. Eu já fazia poucas perguntas, pois ela mesma ia dizendo:


—Depois chupou meus seiosbeijou meu pescoçominha boca.....depois minha barriga.....beijou minhas coxas—Daí eu abri minhas pernas pra ele amor. Falou.


—E ele? Perguntei.


— Chupou minha bucetinha!


—E você foi chupar o pau dele? Perguntei.


—Não. Ele que encostou a ponta nos meus lábios.


—Mas você chupou?


—Eu não queria. Respondeu.

E continuou.


—Mas eu estava deitada no banco. Daí ele foi forçando na minha boca, entende?


—Mas você chupou ou não?


—Só um pouquinho.


—Hummm. E o que ele falou?


—Que a minha boca é quentinha.


—E depois?


—Mandou eu passar a língua no pinto dele. Desde baixo, até em cima.


—E você passou?


—Passei só uma vez. Respondeu.


—Porque só uma vez?


—Porque ele veio lamber a minha bucetinha.


—E você falou o que?


—Nada oras.


—Nada mesmo?


—Só abri as pernas.


—E depois?


— Acariciei os cabelos dele.


—E depois?


—Ah Edu. Para. Respondeu.


—Para porque amor?


—Estou ficando com vergonha, Edu.


—Bobagem sua amor. Falei.


E completei:


—Já aconteceu mesmo né?


—É.


—Mas continue: o que você falou para ele, depois que alisou os cabelos dele?


—Você quer saber mesmo? Perguntou-me.


—Quero!


—Eu falei pra ele me comer logo.


—E o que mais você falou pra ele?


—Vem logo gostoso.


—Sou sua!


—Me fode!


—Humm. E o que ele fez?


—Subiu em mim.


—E enfiou?


— Tentou sim.


—Só isso? Perguntei.


—Não entrava.


—Mas porque?


—Você sabeé muito grande. E completou:


—Minha bucetinha é pequena e fechada amor.


—E como vocês fizeram?


—Ele levantou as minhas pernas.


—Levantou como assim?


—Colocou minhas pernas nos ombros dele.


—E depois? Perguntei.


—Ele encostou a cabeça do pinto na porta da minha bucetinha amor.


— Humm....E empurrou?


—Doía. Respondeu.


—Mas entrou?


—Ardia. Respondeu.


—Era muito grosso Edu. Continuou.

—Entrou ou não amor? Fala logo, insisti.


—Entrou.


—Nossa... E o que ele falou pra você?


— Nada. Só falou: “que bucetinha gostosa!” ; “apertadinha” ...


—E você?


—Eu não disse nada.


—Porque você não disse nada?


—No começo ardia muito.


—E ele colocou tudo?


—Enfiou aos poucos.


—E aos poucos ele colocou tudo?


—Colocou. Respondeu.


—Nossa. E você fez o que?


— Fui ficando com tesão. Falou.


—E você gozou? Perguntei.

—Ele gozou primeiro. Respondeu.


—Mas eu quero saber se você gozou amor.


—Na segunda vez sim.


—Humm......Ele te comeu quantas vezes amor?


—Só duas. Respondeu.


Depois ela falou:


—Ai Edu. Você está me deixando com tesão com essa conversa toda, sabia?


—Eu também estou com tesão querida. Respondi.


—Sério amor? Perguntou-me.


—Então você gostou de ser corno? Arrematou.


—E o que o Magno falou para você? Desconversei.


—Responda o que eu te perguntei primeiro Edu.


—Acho que gostei. Respondi.


Mas o que o Magno falou para você? Insisti.


— Ele falou que vai ser o meu macho. Respondeu.


—Humm. E você gostou de dar pra ele amor?


—Gostei. Respondeu.


—Me satisfez.


E Completou:


—Obrigada pela noite maravilhosa amor. Adoro você!


—Vamos logo pra cama querida. Falei


—Vamos, mas hoje eu não vou dar pra você Edu.


—Porque?

—Estou com dores. Meu macho me arrombou amor.


— Humm. E ele falou que vai querer você sempre amor?

—Falou sim.


—O que mais ele falou amor?


—Falou que vou ser todinha dele!


—Nossa! E você quer ser inteirinha dele amor?


—Vamos ver. Respondeu.


—Quer ou não?


—Quero!


—Hummm. Quando querida?


—Logo!


Depois finalizou:


—Agora chega Edu. Deixa eu dormir.


—Então toque uma punheta pra mim safada.


—Vagabunda!


—Tá bom corno safado!

Gozei gostoso na mãozinha dela, pensando em tudo aquilo que tinha rolado na nossa noitada.


Exaustos, fomos dormir.


Logo nossos filhos chegariam. Afinal, já estávamos no sábado.

Continua no próximo conto...





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