Ajudando a amiga Carla


BY: contosclassicos
Carla me telefonou de manhã pedindo ajuda para resolver um problema urgente no encanamento da sua cozinha. Disse-me que o seu marido estava viajando e que não tinha mais a quem recorrer. Não podia deixar a minha amiga desassistida. Conversei com o meu supervisor no trabalho e consegui estender o meu horário de almoço. O meu relacionamento com a Carla sempre foi de amizade apenas, mas, sempre que a vejo com seus degotes generosos e vestidos curtos me pego fantasiando: “- Como seria bom! ”.
Senti o meu sonho prestes a ser realizado assim que ela abriu a porta. A moça estava usando apenas uma camisolinha vermelha e a transparência da roupa revelou que ela estava sem calcinha e sem sutiã. Ela olhou nos meus olhos e com um sorriso bem sacana me disse: “Entra gato! ”. Eu ainda estava anestesiado com a grata surpresa, mas ela queria jogar. Me deu um beijo no rosto e me levou até a cozinha para ver o vazamento. Até chegar na cozinha tudo o que eu conseguia prestar atenção era no rebolado da minha amiga.
Havia de fato um vazamento em baixo da pia. Me abaixei para ver melhor, porém, ficava tentando dividir a minha atenção entre o conserto da pia e as pernas da Carla . Tive que literalmente me deitar com as costas no chão para conseguir trabalhar, o espaço era muito reduzido. Quando enfim consegui apertar o sifão, pedi para a minha amiga ligar a torneira, afim de verificar possíveis vazamentos. Com o problema sanado, ainda com a nuca no chão e saindo de debaixo da pia, vejo a Carla , com aquela cara de safada, um sorriso largo e pernas abertas. A sua buceta estava bem na direção da minha boca. Ela foi sentando, parecia que estava fazendo o show da dança da garrafa. Colocou a sua buceta na minha boca, me segurou pelos cabelos e começou a esfregá-la em mim. Foi delicioso. Eu ainda dei um jeito de colocar as mãos na sua bunda para facilitar, fiquei literalmente sugando a buceta da Carla , passava a língua no grelo e, como eu também estava colocando os dedos no seu cuzinho vez por outra, ela resolveu colocar a bunda na minha cara. Fiquei muito tempo quase sendo sufocado de felicidade pela minha amiga.
Ao me levantar ela beijou a minha boca vagarosamente enquanto a minha “mão boba” percorria o seu corpo. Em seguida ela se abaixou, abriu o zíper da minha calça, colocou o pau para fora e, de joelhos, começou a mamar. A Carla massageava o saco enquanto chupava a rola, massageava a rola enquanto chupava o saco, batia com a rola na cara, enfim, se divertia com a situação. Ao se levantar ela me falou ao pé do ouvido: “- Quero dar para você na minha cama.”. Foi então que ela me dirigiu até o seu quarto segurando a minha rola com umas das mãos. Que delícia, nunca nenhuma mulher tinha me levado para o quarto puxado pela rola. Adoro mulher criativa.
Chegando no quarto começamos com um 69. Parecia uma competição, quanto mais eu chupava a sua buceta e metia os dedos no seu cuzinho, mais ela caprichava no boquete. Quase gozei na sua boca antes do tempo. Enfim pude pegar a Carla de quatro na sua cama. Ela encostou o rosto no colchão e empinou a bunda o quanto pode. Não resisti, ainda passei a língua mais uma vez na sua bucetinha para enfim, começar a penetrar a moça. Eu enfiava a rola na sua buceta e de vez em quando ainda colocava o dedo no seu cú. Ela adora levar dedadas no cuzinho. Segurei a sua cintura e comecei a meter cada vez mais forte. Eu dava tapinhas na sua bunda e metia na sua buceta. Enfim, após passar um lubrificante no rabo da Carla , iria matar a minha louca vontade de enrabá-la. As preguinhas dela foram se abrindo, a rola entrando cada vez mais.
Segurei-a pelos cabelos enquanto a enrabava na sua própria cama, sentia o saco batendo na bunda da moça e a rola abrindo o seu cuzinho. Quando estava quase gozando ela se deitou no travesseiro com o rosto para cima. Coloquei a rola na sua boca e comecei a meter de novo, metia com vontade, sentia o saco batendo na sua cara. De vez em quando ainda batia com o pau na cara da moça. Quando fui gozar, fiz questão de enfiar a rola o máximo possível na sua boca, tentei colocar até o saco junto. Ela quase engasgou. Foi quando olhei nos olhos dela e disse: “- E então, cospe ou engole? ”. A moça abriu a boca para mostra o volume de porra, engoliu tudo, lambeu o pau e o saco até ficarem limpinhos e disse: “- Você acha que eu tenho cara de mulher que cospe? ”.


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