O Garoto de Programa


BY: CelsoIII


        
        Olá a todos. Podem me chamar de Luís. Trabalho em uma multinacional em Campos dos Goytacazes - RJ, e o que passo a narrar aconteceu comigo há cerca de três anos. Estava às vésperas de completar trinta anos, era noivo e com razoável sucesso com as mulheres, embora não fosse nenhum galã. Sou branco, tenho estatura mediana, cabelos e olhos castanhos e compleição física magra, mantida às custas de dieta e exercícios regulares. Minha vida transcorria dentro da normalidade, até que um dia, olhando putaria na internet, abri um site que continha filmes héteros e gays, o que só descobri ao abrir um vídeo que continha uma cena gay. Eram dois homens, um deles um garoto franzino que chupava um pau que mal cabia na boca, de tão grosso. O que mais me chocou naquela cena foi minha reação. Fiquei excitado com aquelas imagens, me masturbei furiosamente e gozei como se estivesse sem sexo há meses, mas depois me senti culpado. Eu nunca tivera, nem na infância ou na adolescência, qualquer experiência homossexual. Mas fiquei com aquilo na cabeça, e, a partir daquele dia, passei a procurar, quase diariamente, por cenas como aquela. Era um paradoxo, pois sentia repulsa ao ver dois homens se esfregando e se pegando, mas tinha a curiosidade de pegar um pau que não fosse o meu e chupar. Até tentei fazê-lo comigo mesmo, mas minhas limitações anatômicas não permitiam. Eu havia chegado no ponto em que a curiosidade se transformara em fantasia, mas a vontade de torná-la realidade esbarrava no medo de me expor, social e profissionalmente. A solução encontrada era a mais simples e óbvia. Contratar um garoto de programa. Um profissional a quem eu jamais veria depois. Parecia perfeito. Passei, então, a buscar em classificados e sites do gênero, evitando os tipos estereotipados musculosos e peludos, que continuavam sem me atrair. Além disso, havia em mim o medo de sofrer extorsão mediante ameaça física. Já estava quase desistindo, quando encontrei o anúncio de um tal Tiago, no Rio de Janeiro. Jovem (vinte e dois anos declarados), magro, poucos e depilados pelos, olhos verdes, se apresentava nas fotos com uma máscara preta que lhe cobria metade do rosto e os cabelos e vestia uma sunga da mesma cor, que ressaltava o que ele afirmava ter 23 centímetros de comprimento e grosso (registrei essa informação com reservas, pois sei que anúncios assim costumam conter exageros e manipulação de imagens, e, além do mais as fotos não mostravam o dote). Como viajava com frequência ao Rio, não seria difícil agendar um encontro. Quando surgiu a oportunidade, liguei para o garoto, acertando detalhes como, dia, hora, duração do programa e cachê, e me surpreendi com com a naturalidade com que tratei dessas questões. Na data marcada, fui ao seu encontro, num conjugado no centro da cidade, no meio da tarde. Conforme me aproximava da porta do apartamento, minha tranquilidade ia se transformando em um nervosismo que beirava um ataque de pânico. Meu coração parecia que ia sair pela boca, e minhas mãos estavam trêmulas e suadas. Quem me atendeu foi um rapaz que não aparentava mais do que dezoito ou vinte anos, com cerca de um metro e setenta e cinco, magro, branco, faces coradas, louro, cabelos ligeiramente ondulados nas pontas, de olhos verdes, calçando sandálias havaianas e vestindo camiseta regata e uma bermuda de surfista que parecia confirmar minhas suspeitas quanto a ele ter superestimado seus atributos. Apertamos as mãos, nos apresentamos (dei um nome falso, claro), disse-lhe que ele parecia bem mais novo do que nas fotos, e ele sorriu, apenas, e me perguntou se eu queria beber algo. Aceitei água. Minha garganta estava tão seca que nem conseguia falar direito. Ela pareceu perceber meu estado de espírito, e perguntou:
- Então, cara, o que é que eu posso fazer por você? Eu disse:
- Bom, eu tenho a fantasia de pegar um pau e chupar. Sei lá, ver como é um pau que não seja o meu. Nunca fiz isso antes e espero que você me ajude (até hoje não sei como consegui balbuciar essas palavras, e tenho taquicardia só de lembrar).
Quase rindo, ele disse:
- Só isso? Vem aqui no quarto comigo. E me conduziu ao quarto, e, me fazendo sentar na cama, se pôs de pé diante de mim, tirando a camiseta, a bermuda e as sandálias, ficando apenas com uma cueca boxer branca que ressaltava um volume que não condizia com o resto do corpo, mais magro do que eu. Pegou minha mão e conduziu até aquela protuberância, que ia aumentando de tamanho como se estivesse sendo inflada.
- Pode pegar, cara. Não era o que você queria? Com o rosto próximo a sua barriga lisa,eu ia alisando aquele calombo que não parava de crescer, até que, sem aviso, ele abaixou a cueca.
O susto que eu levei me fez recuar, quase caindo para trás. De dentro da cueca saltou uma cobra branca, com a cabeça rosada parcialmente coberta de pele, ainda não totalmente ereta, mas que deveria ter, sim, no mínimo, 23 centímetros de comprimento, com um formato que lembrava uma taça de champanhe, só sem a haste. Cabeçudo, ia engrossando até o meio, afinando ligeiramente na base. Um verdadeiro colosso. Aproximei o nariz, senti o odor almiscarado e o esfreguei suavemente no rosto; com uma das mãos, segurei o saco e com a outra peguei o corpo, puxando a pele que cobria metade da glande. O bicho não parava de crescer e engrossar, até superar, em espessura, uma latinha de Red Bull. Meus dedos polegar e médio não se tocavam, e a tal taça de champanhe estava agora mais parecendo um lagarto sem pernas. Ele pegou o cacete e passou a esfregar na minha cara, batendo de leve. O cheiro característico, misturado ao da pele de bebê, era inebriante.
- Vai, cara. Chupa ele! Realiza tua fantasia!
Eu já nem raciocinava mais. Meu pau estava babando, de tão duro, eu salivava, e, abrindo a boca ao máximo, abocanhei o que pude daquela tora. Nem consegui por a metade na boca e quase desloquei o maxilar. Tive ânsia de vômito e recuei, tossindo. Ele procurou me acalmar.
- Calma, não tenta engolir tudo de uma vez. Vai com calma. Chupa só a cabeça e vai tentando abocanhar mais aos poucos, chupando e lambendo. Isso, devagar... volta...engole mais... alisa meu saco... punheta ele... isso... humm... que tesão!...
Ia falando e afagava meus cabelos, ao mesmo tempo em que ia empurrando aquele tronco pela minha boca adentro, segurando minha cabeça e forçando o que conseguia para a frente. Eu já estava quase gozando, mas não tirava as mãos do corpo dele, com medo dele empurrar mais e deslocar de vez minha mandíbula. Eu suava, lacrimejava, babava e ele ia socando cada vez mais.
- Isso, veadinho. Chupa gostoso que eu tô quase gozando!...
E foi acelerando os movimentos a ponto de eu não aguentar mais. De repente, a ânsia foi mais forte e eu o empurrei bruscamente e corri para o banheiro, cuspindo e golfando no vaso. Eu tossia sem parar, e, pior, havia interrompido a chupada no momento em que estava para gozar. Eu era a imagem da derrota. Suado, babado, a roupa amassada, tossindo, lacrimejando, constrangido e sem saber o que fazer. Ele notou meu estado e falou:
- Relaxa, cara. Acontece com quem não está acostumado. Quer tomar um banho?
Naquele momento, um banho era tudo o que eu queria e precisava. Aceitei. Ele pegou duas toalhas limpas e disse:
- Toma.
Quando me despi e entrei no boxe, ele também veio, para minha surpresa.
- Também preciso de um banho. Deixa eu te ajudar.
Pegou o sabonete e começou a esfregá-lo em mim, passando a mão ensaboada no meu pau e no dele, fazendo voltar minha ereção. Aproveitei e juntei nossos dois membros punhetando-os ao mesmo tempo com as duas mãos. A comparação era humilhante para mim. Comparado àquele trabuco, o meu parecia uma miniatura. Em dado momento, ele passou a mão ensaboada entre minhas nádegas.
- Você tem uma bunda muito bonita.
Senti uma espécie de descarga elétrica passando pela coluna, e senti um tremor. Ele se aproximou por trás, me encoxando e passando as mãos pelo meu peito e virilha, enquanto esfregava a pica ensaboada entre as minhas pernas.
-Você nunca deu o cú?
- Não. Nunca. Disse, com firmeza.
- Nem quando moleque?
- Não.
- Deixa eu ser o primeiro, então. Tô doido pra te descabaçar. Deixa, vai.
Nesse momento, eu estava num tipo de transe. Nú, ensaboado, com um homem beijando meu pescoço enquanto pincelava meu rego com um tarugo quente que aparecia pela minha frente quando passava pelas minhas bolas. De pincelada em pincelada, posicionou o pau onde até então era apenas a “porta de saída” e deu uma cutucada. Dei um salto para frente, mais de susto do que por qualquer outro motivo.
- Opa, calma aí, Tiago.
- O que é que foi, doeu?
- Não, é que eu nunca fiz isso. Além do mais, olha só pra isso. Não tenho medo só de doer. Tenho pavor de ter que sair daqui direto para o hospital mais próximo.
- Ih, relaxa. Esse medo é mais comum do que você pensa. Fica tranquilo. Eu garanto que não só você não vai precisar ir a nenhum hospital como vai ter o maior prazer que você já sentiu na vida.
E voltou a me encoxar, mas agora, em vez de sabonete, ele tinha passado um creme nele e em mim, besuntando meu ânus. O que havia de hesitação e resistência em mim, a essa altura, já havia escorrido pelo ralo. Eu afastava as nádegas e empinava a bunda, forçando meu cuzinho virgem contra sua glande. Ele forçava e recuava, e eu chegava a piscar o cú com aquelas investidas.
- Você quer mesmo, cara?
- Quero.
- Então vem cá.
E me tirou do chuveiro, me ajudou a secar o corpo e me levou até o vaso sanitário.
- Isso é meio broxante, mas é necessário.
Pegou uma ducha higiênica e me fez uma lavagem íntima. Vou pular os detalhes dessa parte. Secos, fomos para o quarto, e ele me fez sentar no chão aos pés da cama, com um travesseiro sob as costas, me mandou abrir bem a boca e começou a socar aquela cobra em mim. Parecia que estavam tentando enfiar um cotovelo na minha boca. Ele enfiava até onde conseguia e tirava tudo, esperava eu me recompor e tornava a enfiar. A cada investida daquele poste, eu me sentia a ponto de sufocar. Já estava todo babado novamente, em cima e em baixo, mas nem me atrevia a tirar as mãos das suas coxas, e ele socava e tirava, socava e tirava. Em dado momento, ele tirou o pau, me pegou pelo braço e me pôs na cama, dizendo:
- Fica de quatro, abaixa os ombros e apoia a cabeça no travesseiro. Empina bem a bunda.
Foi até o criado mudo, pegou um tubo de gel e começou a passar no meu ânus, em movimentos circulares, lentamente. Senti uma espécie de quentura no local, que logo passou; eu arrebitava mais a bunda, afundava mais a cara no travesseiro e nem pensava em encostar a mão no pau, com medo de gozar. Quando ele enfiou o dedo médio no meu ânus, meu gemido foi mais de prazer do que de dor.
- Tá gostando, né? Espera só quando eu te enrabar.
Subitamente, senti uma pontada de dor e, instintivamente, abaixei o quadril.
Olhei pra trás e vi que ele tinha enfiado três dedos em mim. Tentei fugir, mas ele me segurou.
- Calma e relaxa. Esse lubrificante tem anestésico e relaxante muscular. Espera que essa dor passa logo.
De fato, a dor inicial passou, e eu voltei a arquear o quadril. Ele, então, pegou uma camisinha (certamente extra grande) e começou a encapar o membro, tirando os dedos de mim. A visão daquele garoto pondo a camisinha era ao mesmo tempo excitante e amedrontadora. O bicho parecia agora maior e mais grosso do que nunca, duro como pedra. O lubrificante que ele passava fazia com que brilhasse, ressaltando suas dimensões gigantescas.
- Abaixa a cabeça, empina bem a bunda e relaxa.
Agora não tinha mais volta. Fiz o que ele pediu, mas antes, falei, tentando ser o mais enfático que pude:
- Pelo amor de Deus, Tiago: cuidado, por favor!
Ele, sem dizer palavra, se ajoelhou atrás de mim e encostou a cabeçorra no meu cú e me segurou pela cintura. Forçou a entrada, e nada. Aliviou a pressão e tornou a forçar, agora mais e por mais tempo, mas nada. Então, ele disse:
- Faz o seguinte: quando eu empurrar, faça força como se fosse fazer cocô que aí entra.
Apoiou a cabeça do pau e forçou. Dessa vez, fiz o que ele mandou, como se estivesse defecando, e ele tornou a forçar, agora com mais pressão. Meu cuzinho virgem começou a ceder, e, de repente, a cabeça passou pelo anel, fazendo uma espécie de "ploft". Se eu não estivesse com a boca apoiada no travesseiro, meu berro teria sido ouvido em todo o prédio. Dei um salto para frente, batendo na cabeceira da cama e tampando a bunda com uma das mãos, enquanto a outra tapava minha boca, para não gritar mais. A dor que eu sentia não tinha comparação com nenhuma outra que eu já havia sentido. Só quem já deu o cú sabe o que eu quero dizer. Eu queria apenas ficar parado, esperando a dor passar.
- Aaii, meu cú!...! Puta que pariu!... Que dor, puta que pariu, que dor!!...
A vontade que eu tinha era de pegar minhas coisas e sair dali o quanto antes. Bateu um arrependimento do tipo "o que é que eu vim fazer aqui" e falei que queria desistir.
- Vamos parar por aqui. Tá doendo muito; eu acho que não consigo; pelo menos não com você.
- Calma, cara. Relaxa. Você vai conseguir,sim, eu garanto. Só doeu assim porque foi a primeira vez. Vamos de novo que dessa vez vai doer menos. Faz o seguinte: deita de bruços com dois travesseiros debaixo da barriga e as pernas bem afastadas e abre bem a bunda. Toma esse travesseiro que é mais alto e põe por cima do outro.
Ele ia falando e besuntando o pau com mais lubrificante, que parecia querer estourar a camisinha.
A razão me mandava desistir e sair dali enquanto eu ainda podia andar direito, mas a visão daquele tronco de carne apontando para cima me impedia de pensar em qualquer outra coisa que não fosse fazer o que ele mandava. Obedecendo, deitei como ele pediu e abracei o travesseiro, afundando o rosto e me preparando para o momento fatal. Ele se posicionou sobre mim e encostou o pau no meu cú enquanto colava o peito nas minhas costas. Beijando e lambendo minha orelha, ele sussurrou:
- Dá esse cuzinho pra mim, dá...
E, me abraçando pelos ombros, foi enfiando aquela cobra no meu cú. Era mentira que não ia doer. Quando a cabeça daquele porrete rombudo passou pelo esfíncter, doeu do mesmo jeito, e eu gritei do mesmo jeito, só que agora eu não tinha como fugir.
- Pára!! Tira, pelo amor de Deus!!...Tá doendo!!.. Tira, por favor!!...Vai me rasgar!!...Aaaiii!!!...
- Calma! Não se mexa que eu vou ficar parado até você se acostumar. Respira que nem cachorrinho que a dor vai passando.
Eu só obedecia por desespero e por não ter como fugir. Eu suava frio, mordia o travesseiro para abafar meus gritos e tinha vontade de chorar. As lágrimas já escorriam pelo meu rosto, e eu arfava como ele havia ordenado. Não sei quanto tempo durou esse sofrimento. Aos poucos, a dor desceu a níveis suportáveis, ou eu me acostumara com ela, sei lá. Ele, então, lentamente, começou a tirar e empurrar, num vaivém que começou a me devolver a ereção que a dor tinha afastado. Eu suspirava quando ele recuava, e gemia alto, quase gritando, quando ele tornava a empurrar, mas, sabe-se lá como, eu estava conseguindo suportar as investidas daquele aríete.
- Não falei que ia ficar gostoso? Tá bom agora? Posso te comer, posso? Posso comer esse cú?
Pode ter sido o efeito do anestésico, ou jeito dele se mexer, ou aquelas palavras, ou a sensação daquela tora me alargando e socando cada vez mais rápido ou tudo junto, mas, aos poucos a dor passou a ter uma importância menor. Na tentativa de limitar seus ataques, consegui me soltar de seu abraço e levar as mãos à sua pelve, e percebi que só tinha entrado a metade. A partir daí, o pau engrossava e simplesmente não ia além, por mais que ele forçasse. Achei que aquele era o limite físico, o fim da linha. Isso me deu uma certa tranquilidade, e eu relaxei. Eu estava subjugado, completamente entregue, levando no cú o maior pau que eu já vira na vida, e adorando tudo aquilo. O prazer que eu sentia não era desse mundo. De repente, um calor começou a percorrer meu corpo, da base da coluna até a nuca, transformou-se em arrepio, e, sem tocar meu pau, eu tive o maior orgasmo da vida, quase desfalecendo. Eu tremia dos pés à cabeça. Beijando e mordendo minha orelha, ele cochichou:
- Deixa eu gozar nesse cuzinho gostoso, deixa?
Num fio de voz, eu disse:
- Deixo. Goza bem gostoso.
- Empina mais a bunda.
Tirando as mãos de seu ventre, afastei mais as pernas e empinei a bunda, só pensando em retribuir o prazer que ele me proporcionara, e relaxei o corpo. Era o que ele esperava. Imobilizando-me com um abraço que era quase uma gravata, ele empurrou o que ainda restava daquele tarugo nas minhas entranhas. Meu berro foi abafado pelo travesseiro, e dessa vez ele não teve piedade. Começou um verdadeiro estupro, indiferente aos meus apelos.
- Aaaii, Tiago!!. Pára,... tira!! Tá doendo, porra!!...AAAIII !!!...
Ele não dizia nada. Só bufava no meu cangote como um animal, enquanto ia me rasgando por dentro, com movimentos que lembravam uma britadeira, socando sem dó. Eu bufava a cada socada, suava frio, apertava o lençol com as mãos e mordia o travesseiro. As lágrimas escorriam. Eu sentia que meu ânus estava dilatado ao máximo, como se fosse arrebentar a qualquer momento; eu já estava sentindo a vista escurecer quando, aumentando ainda mais de tamanho, ele gozou, atolando aquele monstro enrubescido em mim até as bolas encostarem nas minhas. Seu pau latejava. Eu gemia e choramingava baixinho. Por um tempo que não sei precisar, ficamos imóveis e mudos, e sem aviso, ele tirou tudo de uma vez. Parecia que eu estava parindo uma melancia em brasa. Dessa vez, não tive como evitar um grito: - Aaii.... e senti um vazio. fiquei ainda um tempo deitado, imóvel, me recuperando. Assim que tive forças para me levantar, fui cambaleando até o banheiro, e, ao passar em frente ao espelho, virei-me e vi, estarrecido, uma cratera onde antes havia um cú virgem. Estava aberto, vermelho e um filete de sangue escorria. Fiquei apavorado e, quase chorando, falei:
- E agora? Meu cú tá arrombado e sangrando!... Vou precisar ir direto para um hospital, porra!...
- Fica tranquilo, já, já, passa. Você só vai ficar dolorido amanhã, e o cú depois volta ao normal. Tenho certeza de que você vai querer repetir a dose.
Tomei um banho, paguei o combinado e nos despedimos como amigos. De tudo o que ele me disse depois de me arregaçar, só era verdade a parte de eu repetir a dose. Fiquei dolorido por mais de duas semanas, e meu cú, esse, coitado, nunca mais foi o mesmo.






Seja o primeiro a fazer um comentario nesse conto.
Comente esse conto abaixo

(Numero maximo de caracteres: 400) Você tem caracteres restantes.

Desejo registrar meu vonto junto com o meu comentario:

 


Próximo Conto

exibicionismo de uma esposa recatada no clube